Segurança
Textos: Talise Freitas Fotos: Rodrigo Medeiros / Divulgação
Reconstrução do galpão do presídio recebe celas
Ampliar Imagem
A reconstrução do galpão masculino, incendiado por duas vezes na tarde de 20 de dezembro do ano passado, segue avançada. Os responsáveis pela obra revelam que ainda não há prazo de conclusão. Porém, as 20 celas, com capacidade para oito detentos cada uma, já foram concluídas no final de semana.
Dos reclusos transferidos em decorrência do sinistro, faltam dez, que estão na Penitenciária de São Pedro de Alcântara, na Grande Florianópolis. O restante, 128, está dividido em outras galerias, inclusive em espaços na ala feminina. Os corredores onde ficarão os agentes penitenciários também foram concluídos.
O novo espaço será maior que o antigo, com uma área de 385 metros quadrados. Segundo o supervisor de obras, Marlon Guimarães, o novo local, que acolhe detentos do regime semiaberto (que cumpriram parte da pena e têm bom comportamento) conta com duas oficinas para trabalho, um pátio maior que ficará aos fundos, parlatório, e uma guarita. "O novo espaço será moderno e muito mais seguro", garante Guimarães.
O complexo prisional que acolhe mais detentos na região passa por outras mudanças. Foram contratados, 120 vigilantes para atuar no presídio. Anteriormente eram seis atuando por dia, agora, são 36.
A reportagem completa na edição desta terça-feira do jornal A Tribuna.






