Geral
Textos: Denis Luciano Fotos: Divulgação
Criciumenses na ressaca do terremoto
Ampliar Imagem
Era quase uma hora da madrugada quando a terra tremeu com 4,2 graus na Escala Richter na região de Verona, norte da Itália, no início desta quarta-feira. Uma região inteira com grande colônia de criciumenses sentiu novo susto perto das 6 horas da manhã quando outro tremor, com 4,9 graus, proporcionou susto ainda maior.
"Muita gente nem dormiu. Muita gente foi para a rua com medo", conta Edélcio Schaucoski, natural de Criciúma e que trabalha há cinco anos na cidade de Peschiera del Garda, também atingida pelo tremor.
O criciumense revela que os telefones emudeceram e o cenário nas ruas era de muita poeira. "Não houve grande destruição material, o nervosismo das pessoas foi o principal. Tivemos pequenas perdas como objetos que caíram no chão e quebraram". Edélcio notou que muitos estabelecimentos comerciais só foram funciona à tarde e diversos serviços públicos e particulares como escolas também abriram as portas somente depois de garantido que nenhum novo sismo aconteceria.
As estradas e logradouros públicos não apresentaram maiores estragos depois do tremor. "É uma região de sismos já preparada. Nos assustamos mas os italianos sabem como reagir nessas horas". Edélcio revela que conversou com criciumenses que moram em Peschiera del Garda durante o dia e que muitos só conseguiram contato telefônico com suas famílias na região de Criciúma à tarde.
As autoridades italianas confirmaram que não houve registros de feridos por conta do terremoto.






