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Textos: Redação Fotos: Renan Medeiros
Cadê os radares móveis?
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Criciúma contou com um incremento no trânsito que chamou a atenção e fez redobrar a atenção de motoristas em 2011. Radares móveis distribuídos por algumas ruas e operados por agentes da ASTC regulavam as velocidades e multavam motoristas mais apressados. Lugares como as avenidas Otávio Dassoler, Gabriel Zanette e Centenário e a rua Miguel Patrício de Souza chegaram a receber os aparelhos e autuar quem ultrapassasse o limite legal de velocidade.
Repentinamente, os equipamentos sumiram das ruas. "Era um aluguel, o contrato acabou e passamos por um período de teste do sistema", explica o presidente interino da ASTC, Dado Dagostin. Não existe qualquer estudo no sentido de retomar a volta das operações dos radares móveis na cidade.
"Eles foram alugados pela Prefeitura para fazer contagens e ajudar em estudos sobre o trânsito", explica o arquiteto da ASTC, Rodrigo Milanez Goulart. As placas de limite de velocidade instaladas na época, muitas próximas dos locais onde ficavam os radares, seguem orientando os motoristas.






