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Textos: Andresa Piva Fotos: Andresa Piva
Arquitetura vislumbra visitantes de Vittorio Veneto
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A pequena cidade de Vittorio Veneto, na Itália, e seus aproximadamente 30 mil habitantes têm muita história para contar. Não apenas porque foi dali que saíram muitas famílias imigrantes da região Sul, especialmente de Criciúma, mas porque transporta o visitante ao passado. Ao caminhar pelas limpas e organizadas ruelas da cidade é possível apreciar a arquitetura, a beleza dos jardins, com ruas e praças bem cuidadas, e as edificações.
Nada de moderno. Mas com detalhes que impressionam. Pequenos e vastos traços que deixam qualquer um apaixonado e curioso a desvendar.
Santa Augusta, a padroeira da cidade
Na religião, Santa Augusta, a jovem que virou santa após ser decapitada pelo pai que era contra a sua vontade de ajudar os mais pobres, é a padroeira da cidade.
É no topo de uma colina de Vittorio Veneto, após caminhar cerca de um quilômetro, que está preservada a casa onde ela foi brutalmente decapitada.
Filha de Matrucco, um comerciante das tribos dos Godos que perseguia os cristãos a serviço do Império, ela martirizada no fim do Império Romano. Sabendo que sua filha havia sido iniciada no cristianismo e frequentava assiduamente a igreja, a interrogou com brandura, mas vendo que ela desejava defender sua fé, a aprisionou por um tempo. Dizem que ela foi teve os dentes arrancados e presa no calabouço para que morresse de hemorragia. Não conseguindo, o pai a fez rolar morro abaixo presa em uma roda de madeira. Não sofrendo um arranhão sequer, foi barbaramente decapitada.






